UMA AGENDA PARA A SÍFILIS CONGÊNITA: ESTUDOS DOS MODOS DE DIZER A DOENÇA

Autores

  • Andreia Moro da Silva
  • Elisângela Carlosso Machado Mortari
  • Sheila Kocourek
  • Maiara Santos Gonçalves

Palavras-chave:

Saúde Pública, Sífilis Gestacional e Congênita, Campanhas publicitárias, Análise semiótica

Resumo

Os casos de sífilis em gestantes e sífilis congênita tem aumentado no Brasil configurando-se em uma importante demanda de saúde pública. Sua prevenção tornou-se prioridade e por isso, foi estipulada, pelo Ministério da Saúde, uma agenda estratégica para redução da sífilis (2017/2019) na perspectiva de uma resposta rápida à sífilis nas redes de atenção. Entre os eixos de ações para a redução da sífilis, consta a educomunicação, a qual tem como principal estratégia elaboração e divulgação de materiais informativos e educativos sobre prevenção, diagnóstico, tratamento e vigilância da sífilis. O objetivo deste artigo é apresentar uma análise na perspectiva da semiótica da comunicação de imagens veiculadas nas campanhas publicitárias e nas imagens reais da doença. Sob este ponto de vista os resultados apontam para uma um processo comunicativo incompatível com a compreensão dos receptores e por isso os índices de infectados com sífilis são crescentes.

Publicado

2021-08-30

Edição

Seção

Artigos